sábado, 18 de agosto de 2012

Segunda aula de teatro de Rua da FAFI, exercício de criação realizado na Praça Costa Pereira.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Teatro de Rua!!!!

Bem,o que posso dizer sobre o 1º dia de aula de Teatro de Rua?

Confesso que para mim,mesmo já tendo um olhar diferente sobre o teatro,ocorreram fatos inimagináveis,não
por ser uma turma grande,ou por ter uma seleção diferente do normal.Mas sim pela energia que cada um levou consigo para aquela aula,mesmo sendo pessoas diferentes em realidades localidades e também pelas história de vida que cada um trás consigo,pelo teatro que cada  um já fez na sobrevivência interpretando o papel de si mesmo até chegar naquele Sábado 11/08/2012.
Bom não tenho muito o que relatar sobre essa experiência,a não ser o fato de quanto eu fiquei admirada,admirada sim por ver o quanto as pessoas foram capazes de se entrega por imediato,deixando a vergonha e timidez de lado,não só no anseio de compartilhar uma troca de olhares  em meio a um circulo,ah ir para uma praça acho que todos já esperávamos,afinal é teatro de rua,acredito que o que não era aguardado era abrir sua vida e virar Realeza em questão de alguns minutos para que ela fosse exposta em meio a uma praça onde muitas pessoas passavam, algumas só olhavam outras participavam ao seu modo meio tímido observavam e brincavam no seu canto até a hora de "sacudir o rabo do Jacaré" em meio a um tumulto pois nessa hora foi como num piscar de olhos a praça encheu - se de curiosos,não sei se queria sacudir o rabo do jacaré,ou não bulir, bulindo!Tudo bem,isso não foi nada!Depois de deitar-me no chão,sujo do dia-a-dia,odorizado como colocado por alguns inclusive eu!Confesso que foi horrível deitar naquele chão,mas logo esqueci onde estava,quando me perdi nos cantos dos pássaros e dai tudo passou a fluir naturalmente foi como se ter deitado no chão fizesse todos os exercícios seguinte ser de uma simplicidade menor,não menor valor,mas como se o bloqueio inicial não existisse mais.
Enfim,entre experiencias vividas,musicas interpretadas em plena praça,troca de olhares,perca de timidez e muitas,muitas cantorias mesmo,e coisa que com certeza não se perderam e nem deixaram de acontecer nas próximas aulas vou encerrar este post com o desejo de que todos os Sábados em diante seja sempre o 1º Sábado,para que nunca nos falte essa energia,boa vontade e  o desejo de se conhecer e estarmos todos juntos,até quando nos for possível.
Que nos venha mas 1ª aulas!!!!

(Karla) 


terça-feira, 14 de agosto de 2012

O que esperar do primeiro dia de aula?


Primeiro dia de aula de Teatro de Rua! O que esperar? Como serão os exercícios? Será que a turma terá sinergia? Será que vai ser uma aula mais prática ou teórica? Sem dúvida essas perguntas e outras estavam na cuca daquelas 40 pessoas que estavam ali naquela sala. Sim, isso mesmo, 40 pessoas, até agora a oficina de teatro com mais alunos nesse período.  Pode parecer um absurdo para quem olha o tamanho da sala, mas parecia que ela tinha sido feita para todos nós naquele momento. O espaço foi devidamente e perfeitamente aproveitado. Bem, voltando a ansiedade, logo logo ela foi sendo saciada. Ansiedade que já vinha de muito tempo para alguns, e que havia sido demonstrada também no dia do teste. Alguns por exemplo, que não vou dizer quem, mas que por hora escreve esse texto (risos) já especulava com alguns colegas como seria o teste, desde o pátio da espera: será que todos vão sentar aqui nas escadinhas e aí um a um vai lá no meio fazer uma apresentação? Não, não foi isso, entramos na sala. E agora, como será que vai ser esse teste? Ah claro! Vamos ter que vestir aquelas alegorias que estão naquele cantinho lá na frente e fazer uma apresentação! Que mente viajante, foi o que disse uma das colegas (risos). Pois bem, logo logo fomos surpreendidos pela melhor notícia que queríamos ouvir naquele momento: não haverá teste, todos estão dentro, o teste vai ser no decorrer do tempo, com o compromisso e seriedade de encarar o curso. Palavras sábias da nossa grande professora! 

E finalmente, chega o mais esperado dia, o 1º dia de aula! Pelo visto a galera vai encarar o método de classificação com seriedade e mais do que isso, como um objetivo na vida que querem alcançar, para se aperfeiçoarem em suas carreiras de atores e atrizes e também como pessoas. A cada exercício, um aprendizado, feito de maneira divertida e desafiadora para muitos. Olha que delícia, exercícios de percepção com troca de olhares e logo depois caminhada até a praça de mãos dadas com o colega. Foram aproximadamente uns 5 minutos para chegar e conseguimos mergulhar um pouco no universo do outro nesse tempinho. Podemos conhecer depois um pouco da vida de cada um daqueles que estavam ali naquele sábado.

Deitar no chão da praça costa Pereira! O que? Para muitos a ideia inicial parecia absurda. Confesso que como adoro fazer coisas “diferentes” gostei da ideia e logo quando me deitei não consegui me concentrar muito, eram muitos barulhos misturados que aos poucos com a concentração pude perceber: o barulho dos pássaros em uma das mais lindas árvores que já vi em nossa cidade, o barulho dos carros, buzinas, conversas, andares.  Em poucos segundos eu estava mergulhada naquele mundo, naquela praça onde passam milhares de pessoas por dia e que muitas vezes nem sequer olham para o lado. Será que todos que passam lá diariamente sabem que existe tanta vida ali? Em fim, creio que não. Eu mesma nunca tinha reparado aquela linda árvore por qual me apaixonei. 

Não podemos deixar de mencionar as danças, os cantos, os exercícios de dupla no meio da roda, todos compondo perfeitamente o nosso aprendizado. Parecia que a turma já se conhecia há anos e no final a troca de olhares estava mais íntima ainda, contribuindo para a finalização em grande estilo do último exercício do dia. Opa! Último não! Depois dele nos dividimos para fazer a música de despedida da 1ª aula e nos apresentamos no pátio da FAFI e depois seguimos caminhando e cantando seguindo nossos destinos.  Não posso me esquecer de duas meninas que passavam em frente à Fafi quando se depararam com aqueles 40 alunos saindo e cantando. Elas olharam uma para outra e falaram: “gente quanta felicidade”. E elas não imaginavam quanta mesmo, sem dúvida todos saíram do seu primeiro dia de aula com tamanha felicidade. 

(Lílian Casotti)

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

1º dia (11/08/12)

Um grupo dividido em duplas com um misto de ansiedade e expectativa, ao lado de cada um, novas descobertas com uma conversa simples enquanto caminham ate um ponto trivial, um lugar de transitação que despercebibo se passa diariamente pela maioria das pessoas. Inclusive para este grupo, para as pessoas deste grupo que são desafiadas a encara-lo com um novo olhar, encarar o mesmo ponto que para alguns é apenas uma praça, um retorno e para outros, um "lar", um "mictório", um refugio etc. como seu espaço cenico, como uma escola de um ator aprendiz, sim, uma escola na rua, bem no meio da praça.
A praça estava ali, as pessoas estavam ali, os conceitos estavam ali, e o desafio?? é claro que tambem estava ali, e não se atrasou...
-Quero que se deitem! Fechem os olhos, relaxem, e sintam.
Claro, isto parece muito fácil se fosse numa cama...Mas não haviam camas, haviam olhares, o medo da exposição, do ridiculo e o chão. Contudo, deitamos. Depois dum tempo, quando levantamos, alguns relataram odores, sons e imagens diversas. E nestes relatos é que compreendemos que se tratava dum exercicio de percepção e ambientalização. Afim de compreendermos o que algumas pessoas nao compreendem... Algumas pessoas param pra ver, outras não. A maioria não, não param de falar, de buzinar, de vender e os passaros não param de cantar, ou seja, a praça não vai parar e é preciso entender que simultaneamente influenciamos e somos influenciados, invadimos e somos invadidos por este espaço, pelos seus sons, imagens e odores.
Sendo assim, numa apresentação é preciso triunfo, como dum rei ou duma rainha... e foi assim com um toque de realeza que apresentamos o parceiro com o qual viemos da escola para a praça conversando. E se faltou o alaúde e trombetas na apresentação, no novo exercicio (da catiga e da dança) não faltou o pandeiro para balançar o "rabo" de qualquer jacaré ou esfolar o pé (risos),  menos ainda pra amolecer juntas ou atirar no mar, isso é claro, se ele não vazar.
Devolta pra sala, exercicio de "sintonia" na troca de lugar por troca de olhar. E na "compra" (ou côco, se não me engano) houve até gingado de copoeira. Foi uma festa se apropriando da tecnica.
No final, cada um expôs: elogios, sensações, critica e sugestões. A sintonia foi tanta, que houve proposta de exercicio até nu...imagina?? quem concorda grita ROOU, ae!! 

(G.da Silva)

sábado, 11 de agosto de 2012

Oi Gente!


Peço licença para invadir um pouquinho o espaço e transmitir a vocês um poema que encontrei, por acaso, na internet que, para mim, significa exatamente o que vivemos hoje e, provavelmente viveremos por todo período em que estivermos juntos. =)

Bom, me despeço por aqui para dar lugar aos comentários sobre a aula (que espero ansiosa) dos meus cinco colegas...


" E EM MILHÕES DE MIGALHAS

SACIO A MINHA FOME,

E EM MILHÕES DE PEQUENOS PASSOS

SACIO A MINHA SEDE DE CAMINHAR,

E NO EMBARAÇO VISTOSO DESSA IMENSIDÃO MODERNA

QUERO ENCONTRAR A TODOS VOCÊS

IRRADIANDO A SIMPATIA QUE LHE SÃO PECULIARES

MESMO FECHADOS EM SEUS PRÓPRIOS AUTOMÓVEIS,

MESMO TRANCADOS EM SEUS IMÓVEIS

MEU CORAÇÃO SE ENCHERÁ DE ALEGRIA"

(Alegria essa que, unidos, faremos irradiar em cada canto dessa cidade)



Um beijo a todos!

Foi maravilhoso estar com cada um de vocês =)

Gizelle



sábado, 7 de julho de 2012





Alunas Soraya, Dani, Lays
Exercício "Belfagor, o Arquidiabo"
Rua 7 de setembro, centro de Vitória.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Dia de 'Bagunça'!

Foto tirada na Escola de Teatro, Dança e Música - FAFI

'Só uma recordaçãozinha! - rs' Muito feliz com vocês, galera!!

Aula...
         Franciely Sampaio
Aula de quebra-corpo...
Aula pra quem já é “loco”...
Aula pra quem é de Quem,
E de ninguém...
Aula pra “quebrar um ferro”
Aula pra estar com quem quero,
Venero!
Aula pra ficar solto...
Aula pra “acordá” quem “tá” morto...
AULA... Só aula...
Minha aula!
Nossa aula!

Beeejooo....
Franciely Sampaio