domingo, 16 de setembro de 2012
Teatro Itinerante Cooperarte: Estrutura do Palco
Teatro Itinerante Cooperarte: Estrutura do Palco: Palco Montado Palco Montado Infomações Gerais Palco dimensão 4m largura X 3m fundo todo em peças de 2,20m Montável. 4 ...
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Eu, a Fran e blábláblá...
Do livro: “Como se sentir bem ao
lado de estranhos”, tem um capítulo onde destacam a decadência do ser humano ao
se privar de coisas boas como sorrir, abraçar, beijar, brincar, pular, correr;
estar com quem se quer a hora que se quer, e se não for possível estar com quem
se quer (essa é a melhor parte) não faça de quem pode estar ao seu lado a
última opção, faça direito, faça dele a única oportunidade. Oportunize-se!
Viva! Foi isso que aprendi desde que comecei a “teatrar” e, desde que comecei entender
este livro cujo título eu acabei de inventar. A vida é uma caixinha de
surpresas; o palco é uma caixinha de surpresas. “A arte imita a vida ou a vida
imita a arte?” - Tenho começado a pensar que, a vida tem imitado cada vez mais
a felicidade de um ator no teu palco, mas a resposta não é essa; A vida é a
arte caminham juntas! Uma ajuda a outra, uma compõe a outra, e isso sim é
diversão. Olha que bacana! Eu posso inventar o meu próximo dia, com a mesma
delicadeza de compor uma belíssima peça e ainda por cima, com a mesma
“expectativa” de público, a diferença é que no final de um espetáculo, se a
crítica for ruim, será pelo resto da eternidade. Para que estou dizendo essa
parafernália toda? É óbvio, nítido, que para cumprir o nº de caracteres. Brincando!
É para dizer que estou tomando vida nisso tudo. Em estar com vocês a cada final
de semana; a cada bagunça feita; a cada risada sem sentido; a cada “estudo
sobre os métodos (linguísticos)”, de Stanislavsk, com Natan e Cia; estudar com
gosto isso tudo que vocês estão aceitando, eu gosto disso. Gosto de ver a arte
que me faz tão bem, ser valorizada por pessoas tão especiais. Claro que eu fugi
da intenção de um post, mas não seria eu se não falasse de mim e de todo o
sentimentalismo envolvido nisso. Aumentando as expectativas do meu livro: “Como
se sentir bem ao lado de estranhos ATORES” (prefiro com esse nome!), tem um
capítulo que diz: Para sentir o teatro que vive vá para a praça mais próxima (a
mais movimentada de preferência) e grite como loucos, apresente-se como o mais
belo menestrel, dance como o ilustríssimo Baryshnikov, ou se não, faça você
mesmo o que lhe der na telha, brinque de roda com os mendigos; suba na árvore e
imite macacos; chame atenção, mas chame direito, porque o mesmo público que te aplaude,
te vaia! Mesmo assim, não vamos pensar nisso agora, afinal, a vida é boa demais
pra ser imediatamente "perfeito"!
Muitos beijos para os meus amigos lindos, e grandes atores aprendizes. E como eu disse uma vez - 'Que essa magia nunca se acabe!'
Franciely Sampaio
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